É como quando, ao adormecer ou despertar, nos encontramos suspensos.
Quando a indefinível sensação do vácuo sempre a espreita adquire realidade física num silêncio ensurdecedor.
Privada de todos os sentidos, a vã consciência vaga, prisioneira da suprema liberdade de não diferenciar sono ou vigília.
No entanto, para todo sempre, percebe-se condenada.
Abrem-se os olhos.
Paulo Eduardo de Freitas Maciel de Souza y Gonçalves
Quando a indefinível sensação do vácuo sempre a espreita adquire realidade física num silêncio ensurdecedor.
Privada de todos os sentidos, a vã consciência vaga, prisioneira da suprema liberdade de não diferenciar sono ou vigília.
No entanto, para todo sempre, percebe-se condenada.
Abrem-se os olhos.
Paulo Eduardo de Freitas Maciel de Souza y Gonçalves