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domingo, 10 de agosto de 2008

Erotismo vulgar

É sempre uma mulher. Vizinha, colega de trabalho, as vezes parente. Olhando sempre, um dia acaba vendo. Coxa, seio, bunda... alguma coisa vê. Sempre vê. Tem que ver pra ter como rolar.

E um dia rola, né? Tem que rolar, pois se trata de uma história erótica. E agarra, e aperta e enfia os dedos, a língua, e a boca. E os dedos na língua, e a língua na boca e todos os acompanhamentos tradicionais.

E no auge do pico do cume, ela conta. Conta que fez por querer, que mostrou e mostrará de novo, e mostraria mesmo que não desse em nada.Vagabunda! Cadela vadia e puta!

E: - Me fode! Me rasga!


E picas flamejantes e grutinhas molhadinhas até pela porta dos fundos...


Paulo Eduardo de Freitas Maciel de Souza y Gonçalves

Postagem original

domingo, 3 de agosto de 2008

Clichê

Amor?
Recorrente.

Dor?
Recorrente.

Amor à dor!
Recorrente...

Amor ao amor de amar a dor.
Réco-réco-rente.

Amor à dor de ser um fingidor que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente.
Recorrente.
Mente.


Paulo Eduardo de Freitas Maciel de Souza y Gonçalves