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sábado, 8 de agosto de 2009

Noite, velha conhecida

A noite
em sua essência
não me reserva surpresas.



Sexo
drogas pesadas
atos de violência.



A noite é desesperança
que tapa com mãos de velha
os meus olhos de criança.



À noite
- é o que espero -
me embalará em seu seio

me levará para a cama
e me enxergando tão feio
há de mentir que me ama...



Paulo Eduardo de Freitas Maciel de Souza y Gonçalves